aGreste...
E porque não há duas sem três, a última caminhada foi ao "Lombo do Burro". O nome deve-se ao facto do monte que separa o rio Massueime do rio Côa na extremidade e ponta do concelho de Pinhel ter a forma de um lombo de burro. Neste bico e extremidade o Massueime desagua no Côa que por sua vez desaguará mais à frente no rio Douro. (Caminhada ao Lombo do Burro, Cidadelhe, Vale do Côa, agosto de 2014)
A minha 2ª HortaVaranda (versão Beta) Descrição: Atendendo à experiência do ano anterior (1ª HortaVaranda -
2013), este ano resolvemos apenas plantar: alfaces, espinafres, salsa, hortelã
e cebolinho. O resto está numa horta comunitária… Local: Coimbra Autor: Arménio Correia Data: 23/03/2014
E porque hoje, 19 de março, é dia do Pai, o meu filhote
prolongou o estudo e fez questão de me o recordar no 1.º minuto deste dia...
Para o meu pai, um abraço onde quer que estejas... Está a
fazer a fazer 3 anos que o meu pai partiu no dia 16 de
abril.
Muito cedo ficou sem mãe e começou a trabalhar muito novo! Era mestre na arte
de trabalhar o ferro, foi ferreiro durante uma parte da sua vida ativa e por
isso ficou conhecido naquelas Terras do Demo como João Ferreiro. Namorou várias
cachopas e acabou por se enamorar pela Filomena (a minha mãe) que era mais
nova do que ele meia dúzia de anos. Quando casou já estava na casa dos 30 anos,
mas, ainda assim, tiveram uma novena de filhos. Juntamente com a minha mãe,
trabalhou muito para criar e educar os filhos. Felizmente, sempre tivemos o que
precisava-mos, sem luxos e fruto do muito trabalho a que nos habituaram.
Nos seus últimos anos de vida, limitado pelas doenças que o afetaram, viveu
mais intensamente e ficou ainda mais próximo de todos aqueles que se aproximaram
dele. Recordo com saudades as visitas que lhe fazia aos fins de semana, as
“brincadeiras” e reclamações que fazia quando era a hora de lhe fazer a barba.
Tudo lhe doía, inclusive o simples ato de lhe fazer a barba. Tudo terminou com
um cumprimento final e despedida à minha mãe: “Dá-me um abraço”
“No ano passado a ATN recuperou um antigo trilho utilizado
pelos locais, para fazerem a travessia do Rio Côa. Trata-se de um caminho que
começa em Vale de Afonsinho e, dentro da Reserva da Faia Brava, desce até ao
Côa, onde existia um barqueiro que fazia a passagem até à margem de Cidadelhe.”
Fonte e créditos das fotografias: ATN | Faia Brava
Link: http://atnatureza.blogspot.pt/2014/03/trilho-da-barca-boat-trail.html
A Isilda Monteiro é uma força viva de coisas boas! Ela consegue colocar em verso qualquer assunto e tema que o mereça... Felizes dos jovens que têm esta poetisa como Professora que ensina, observa, cheira,
respira, pensa e decide!
Fim-de-semana de Carnaval em Cidadelhe (Vale do Côa) Descrição:
Antes de rumar a terra dos estudantes e Cidade do Mondego, logo pela manhã,
ainda fui dar a minha última volta por Cidadelhe e captar mais algumas
fotografias desta Terra que eu já considero também ser minha. Autor:
Arménio Correia Data:
03/03/2014 Local:
Cidadelhe (Vale do Côa) - Pinhel
Domingo Gordo nas Terras do Demo Descrição:
No domingo gordo estive em Mouções, na Lapa e no Carregal! Fui levar do ouro
amarelo de Cidadelhe (Vale do Côa) – dos melhores azeite de Portugal, a alguns
amigos e familiares. Fui visitar os idosos do Lar do Carregal
e, uma vez mais, para além da troca de dois dedos de conversa com todos eles,
levei-lhes uma “Santinha” da Sra da Lapa. Autor:
Arménio Correia Data:
02/03/2014 Local:
Mouções, Lapa e Carregal
Amendoeiras em Flor na Quinta do Bacharel Descrição:
No domingo gordo fui à Quinta do Bacharel ver as Amendoeiras em Flor. Segundo a
prima Albertina estas amendoeiras já têm 40 e poucos anos! Para
além das amendoeiras em flor, das canadas e dos espaços largos para a
pastorícia, na Quinta do Bacharel os montes de calhaus são outro ponto de
atração, para não falar na vista para o Vale do Côa e a Serra da Marofa. Autor:
Arménio Correia Data:
02/03/2014 Local:
Quinta do Bacharel, Cidadelhe (Vale do Côa) – Pinhel
A caminho da Rua da Estrela Descrição:
Apesar de mais ou menos abandonada, a horta que aparece nestas fotografias tem
o seu encanto e embeleza juntamente com outras a parte “nova” de Cidadelhe
conhecida pelas Eiras, onde existe a Rua da Estrela. Autor:
Arménio Correia Data:
01/03/2014 Local:
Cidadelhe (Vale do Côa) – Pinhel
A caminho da casa do Ti’Óscar Descrição:
É sempre um prazer visitar e estar com o Ti’Óscar e o resto da sua família…
Desta vez, captei, com a devida autorização, a prateleira e exposição de potes
de ferro de outros tempos. O mais pequeno era utilizado para aquecer o leite
para a D. Fernandinha quando era criança. Autor:
Arménio Correia Data:
01/03/2014 Local:
Cidadelhe (Vale do Côa) – Pinhel
Sábado de Carnaval Descrição:
Depois da limpeza do jardim entre pedras, levámos os restos da limpeza para
tapar dois ou três buracos no caminho de terra batida até à Santa Bárbara e
desfrutámos, em movimento, da paisagem de Cidadelhe que jamais nos cansaremos de
ver… Autor:
Arménio Correia Data:
01/03/2014 Local:
Cidadelhe (Vale do Côa) – Pinhel
Descrição:
Este é o “meu” jardim entre pedras no Vale do Côa. Apesar do inverno não dar
tréguas, há sempre alguma coisa a florir neste jardim.
Antes e depois da limpeza de Carnaval… Autor:
Arménio Correia Data:
01/03/2014 Local:
Cidadelhe (Vale do Côa) - Pinhel
Créditos do Vídeo: Arquivo de Memória - Vale do Coa,
promovido pela ACOA Associação dos Amigos do Parque e Museu do Coa é um projeto
do Clube UNESCO Entre Gerações.
Arménio Correia, docente do ISEC é dador de sangue desde
1994. Hoje no dia do seu aniversário, deu sangue. Sabe que é um gesto saudável.
Ao dar sangue, está a contribuir para que a sua saúde se multiplique. Um grande
exemplo de solidariedade.
Sepultura escavada na rocha Descrição:
Há pouco tempo tive conhecimento da existência de sepulturas (antropomórficas)
escavadas na rocha. Esta é uma dessas sepulturas que fica praticamente junto ao
caminho entre a parte nova da aldeia (eiras) e a parte antiga
de Cidadelhe. Urge a sua classificação e limpeza do espaço envolvente, assim
como, a eliminação do tubo e buraco criado para que a mesma servisse de lagar
para esmagar uvas. Acabei
por visitar mais dois lugares próximos deste onde existem mais duas sepulturas
antropomórficas que estão soterradas com terra! Autor:
Arménio Correia Data:
26/12/2013 Local:
Cidadelhe (Vale do Côa) - Pinhel
Pombais Descrição:
Junto à aldeia e espalhados pela paisagem existem vários pombais, uns
recuperados e outros à espera que também sejam recuperados. Autor:
Arménio Correia Data:
25/12/2013 Local:
Cidadelhe – Vale do Côa (Pinhel)
+ casas abandonadas Descrição:
Numa das ruelas da parte antiga da aldeia que erradamente não foi contemplada
com o saneamento básico Autor:
Arménio Correia Data:
25/12/2013 Local:
Cidadelhe – Vale do Côa (Pinhel)
Descrição: Neste caminho existem casas que já estão a ser recuperadas, no entanto, existem outras que foram compradas e não há meio
de verem a luz da sua recuperação... Os novos donos estarão à espera que se
transformem na galinha dos ovos de ouro!? Autor: Arménio Correia Data: 25/12/2013 Local: Cidadelhe – Vale do Côa (Pinhel)
Fogueira da Passagem de Ano e Ano Novo Descrição:
Este ano, no dia 24 de dezembro choveu praticamente durante todo o dia e noite!
Por esse motivo, a tradicional fogueira da consoada não se realizou… No
entanto, a teimosia de alguns (Felisberto e Victor) brindaram-nos com uma
fogueira na Passagem de Ano. Nota:
por me ter atrasado em Pinhel, acabei por ser substituído pelo grande
Francisco! Autor:
Arménio Correia Data:
31/12/2013 e 01/01/2014 Local:
Cidadelhe (Vale do Côa) - Pinhel
Depois da Limpeza Descrição: Esta é uma das riquezas arquitetónicas de Cidadelhe retirada do
Castelo dos Mouros. No último dia do ano 2013, dois voluntários (Arménio Correia e Felisberto Nunes) deitaram mãos à obra e limparam o espaço envolvente
com a respectiva autorização do dono da oliveira centenária e das casas em
ruínas. Data: 31/12/2013 Local: Cidadelhe (Vale do Côa) - Pinhel
Campanha da azeitona 2013 Descrição: Este ano a Ti’Maria Alice e o Ti’Manel começaram a varejar e
apanhar azeitonas em meados de novembro e terminaram no dia 30 de dezembro,
porque acabaram por fazer umas jeiras para o Ti’Óscar que tem oliveiras que
“nunca mais acabam”... Na pausa do Natal deitei mãos ao serrote, varas e
máquinas de varejar azeitonas e dei uma ajuda a estes jovens com alguma idade
entre os 80 e 90 anos!